sexta-feira, 9 de março de 2012

Protejam nossas crianças!

Olá queridos visitantes!
Nessa semana andei observando umas coisas na intenet na questão de kodomo mangá (mangás para crianças) feitos em nosso país que me chocaram.
A maioria não sabe nem o que é mangá, e teimam em fazer.
Imaginem quando querem fazer algo aparentemente para crianças mas com uma linguagem totalmente erronia.
Já estava com suspeitas sobre um tal “mangá” daqui da minha região, sim o tal passarinho cabeçudo que me copia em tudo.
Pois bem, recentemente o Futago Estudio recebeu a visita de uma pessoa do meio de mangá, que ressaltou fatos que fizeram essas minhas suspeitas virem a tona com mais vigor!
Você deixaria seu filho, irmão, uma criança ler um quadrinho com bixinhos fofos mas com situações violentas?
E com conotação sexual?
Você acha certo o autor de uma obra até então visualmente para crianças, ocultar sua sexualidade mas transmiti-la através desses quadrinhos até então infantis?
São fatos que nos foram relatados, que realmente me deixaram de boca aberta.
Vendo isso, começo uma campanha a favor das  nossas crianças.
Se você ver seu filho, irmão, uma criança lendo, ou com um mangás não apropriado para idade dele, por favor não o deixa mais ler isso.
Se você ver e ficar chocado como eu, um mangá com bichinhos fofinhos mas com sangue, violência ou conotação sexual NÃO COMPRE! DENUNCIE!
Vamos começar uma grande mobilização entre nós mangakás para proteger as crianças, e impedir que “artistas” mal intencionados do meio fiquem sujando a nossa imagem com mentiras e absurdos.

É isso gente!
Abraços!

Um comentário:

  1. Gente... eu já achei o fim do resto um fanzine que eu vi por ai zoando com religião, mas fazer baixaria em revista infantil é golpe baixo!
    Pra que isso? Quer mostrar violência, faz quadrinho adulto; quer sexo, faz hentai! Cada coisa tem sua hora e seu lugar! Cansei de ouvir gente tapada reclamando que 'desenho japonês não presta pq só ensina sexo e violência PRAS CRIANÇAS', sendo que o material japonês com temas adultos SEMPRE deixa bem claro para que público se destina. Que uma distribuidora nacional faça a besteira de passar isso batido já é condenável, agora, alguém produzir aqui no Brasil, material pesado DIRECIONADO a crianças é realmente IMPERDOÁVEL.

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