domingo, 7 de abril de 2013

JuCast #10

5 comentários:

  1. Eu sou discípulo do CLAMP, e as vezes me incomoda quando alguém me compara com o traço delas, mas isso não é natural?! Creio que sim, no entanto, compreendo que com todos estes anos me inspirado nelas, consegui criar um traço bem meu, até por que chega um ponto onde é impossível ficar se inspirando em algo eternamente. Eu tiro inspiração e referência de tudo: cinema, video-clipes, Comics, música...

    Copiar não é a chave para o aperfeiçoamento!

    Ju, eu achei o máximo o relançamento de Sakura. O tratamento ficou melhor sim, além de páginas coloridas, miolo em off-set e um tanko inteiro, ao contrário do lançamento anterior. Não colecionei a primeira leva, por isso, está sendo uma oportunidade de ouro este relançamento, e eu AMO Sakura!♥

    Sem dúvidas os Concursos são só diversão. Não sou muito fã de concursos, e participo bem pouco, mas como experiência é bem bacana, sem falar no desafio, que acho bacana. Faço concursos esporádicos no meu blog, mas são apenas para incentivar a galera, já que os brindes são modestos e algumas vezes, de segunda mão. {obviamente tudo bem conservado}

    Hahaha, Quebrar tabus... Será que não é mais divertido polemizar e jogar com os Tabus do que tentar revolucionar? Outro dia li um artigo onde se referia a grande obras polêmicas e revolucionárias, de autores que não tinham a mínima intenção de fazê-lo. Quem cria ou causa essas revoluções são o público não o autor!

    Abraços, estou adorando os Casts!
    Takamura do blog: Tatsu Estúdio

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  2. Oi Takamura! Acho o seu traço bem diferente do CLAMP, mesmo vc tendo se inspirado nelas. Isso prova que mesmo a gente tendo alguma influência a gente acaba sendo a gente mesmo. O CLAMP começou fazendo zine dos Cavaleiros e agora as pessoas se inspiram no traço delas.^^ Só que isso só acontece quando o desenhista é realmente um desenhista e não um copião.
    O mangá não nasce do nada aqui no Brasil, todos os desenhistas que querem fazer mangá viram algum mangá ou anime antes.

    rsrs O Ju não curtiu os relançamentos, mas muita gente nem sabe o que é CLAMP ainda. Passou-se muitos anos do lançamento da Sakura. Eles estão apostando nos novos fãs, só que esquecem que CLAMP tem mangás novos e fãs antigos tbém, que querem coisas novas do grupo. Pelo menos agora estão melhorando um pouco a qualidade das publicações, mesmo assim não chega perto de algo realmente bom.

    Concordo com vc, quebrar tabus é muita pretensão para quem tá começando no mercado, talvez até uma ingenuidade da pessoa na hora de fazer seu marketing. Afinal, o que tinha pra quebrar tabu lançando um shoujo? Como não especificaram que tabu era, muitos acharam que a editora em questão ia lançar yaoi e hentai...KKKK

    Que bom que gostou dos casts.rsrs

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  3. Saudações, Ju-sama! o/
    Bem, atualmente, minha maior inspiração "mangakartística", é o traço do Oh! Great-sensei (autor de Air Gear, e Tenjho Tenge). Isso por que eu desejo, algum dia, desenhar cenas com ângulos tão complexos/cinematográficos, e cenários realistas, como podemos ver na arte dele. Mas infelizmente, meu traço ainda é simples, na riqueza de detalhes, e eu ainda não consigo explorar ângulos complexos, muito bem. ^^

    Sobre os relançamentos, eu estou amando! xD Pra mim, seria impossível adquirir as edições antigas, pois além de estarem com a maioria dos volumes esgotados, minha cidade não tem sebos, e no fim eu teria que comprar a preço de ouro nos mercados livres da vida. rsrs Sem falar que agora, ela está saindo numa qualidade muito boa, mas ainda assim acessível, e eu não vou querer investir em edições meio-tanko hoje em dia. ^^

    E sensei, eu não diria que eles estão se esquecendo dos fãs antigos... Até porque a JBC está publicando RG Veda, e a Newpop acabou de lançar "Watashi no Suki na Hito(A pessoa amada)", "shunkaden", e já foi anunciado "O homem de várias faces"(não lembro o nome original -q), e Gate 7, todos com uma qualidade muito boa. ^^ Com exceção de Gate 7, todos os outros são meio antigos, mas eles estão vindo agora por que não dá para vir tudo de uma vez. xD A JBC, sempre está publicando algo do CLAMP, mas tem que ser uma ou duas coisas de cada vez, pois ela precisa lançar outras obras de outros autores, e para outros públicos, e as editoras precisam limitar a quantidade de mangás que publicam, para eles não concorrerem entre si, né? ^^ Claro que não temos só a JBC, mas ainda temos poucas editoras que apostam em mangás: "JBC", "Panini", "Newpop", agora a "Nova Sampa" está entrando no ramo, tínhamos a "Conrad" que vai mal das pernas e só está terminando de publicar 2, e a "L&PM" lançou 2 em 2011 mais nunca mais apostou em mangá. Por isso que, embora já seja meio comum lançarem mangás que acabaram de sair no Japão, tanto que o de Resident Evil está saindo aqui simultaneamente com a edição japonesa, é normal que ainda tenha muitos títulos antigos que não vieram. E isso justifica o caso de Gravitation ter demorado 15 anos. Sem falar que quando Gravitation saiu no Japão, não existia mercado de mangás no Brasil. Nosso mercado nasceu mesmo no ano 2000. Antes disso tivemos até uma ou outra tentativa, mas quase todas, com excessão de Akira, foram fracassadas, além de poucas para se formar um mercado. ^^

    Sobre o que foi dito das edições nacionais, e em específico o que Soni-sensei falou: "mesmo assim não chega perto de algo realmente bom." Eu acho isso muito relativo, hein? xD
    Bem, eu já tive contato com edições Americanas(principalmente), algumas europeias, e umas japonesas, e digo que não estou insatisfeito com a atual qualidade das edições dos mangás no Brasil. Primeiro, eu diria que devemos considerar a realidade do nosso mercado, pois nós temos um dos menores mercados de quadrinhos do mundo. Quadrinhos aqui, não só mangá, vendem relativamente pouco, quando comparamos com mercados desenvolvidos (japonês, americano, europeu). Por isso, creio que as editoras não podem lançar todos os mangás, em edições cheias de mimos, que podem deixar mais bonitas, mas no fim só serve para encarecer o produto, e limitar muito mais o público, né? xD

    (continua... tá muito grande e.e' -q)

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  4. Continuação 1...:

    É por isso, que eu acho louvável, a atual "estratégia" que a JBC, e a Newpop, tem de lançar mangás diferentes, para públicos diferentes, em formatos/qualidades diferentes. A JBC lança, republicações, one-shots, e mangás de 2 volumes em papel off-set, exceto as páginas coloridas que são Couché, e eu não sinto necessidade de algo melhor que isso. Na minha opinião, essa é a qualidade ideal, pois o papel é bom e resistente. ^^ Os mangás "cults", de vários volumes, são lançados com uma capa mais grossa, e laminação fosca, miolo em papel jornal 57g (que eu não acho ruim), com exceção das paginas coloridas que são em Couché, também. Já os mangás "do povão", com mais apelo ao publico adolescente, e que possuem vários volumes, são lançados em edições mais simples: milo jornal 57g, capa cartão, e paginas coloridas em Couché, mesmo. Esse mês, ela anunciou, primeiramente em seu canal do Youtube, que lançará sua primeira edição de Luxo, o "Death Note Black Edition" (e não, a nova edição de CCS não é de Luxo. A própria editora deixou claro que está longe disso. xD), e na mesma hora, pipocou "otakinhos" reclamando que deviam lançar em uma edição de qualidade econômica, para que fosse acessível para a maioria, etc.Mas não é qualquer mangá que pode ser lançado em edição de luxo, ao menos aqui no Brasil, né? Por mais que Death Note tenha muitos fãs adolescentes, ele tem uma pegada mais cult, e por isso uma edição assim caiu bem pra esse título. E isso está sendo possível, devido ao crescimento do nosso mercado, pois até lá fora, as edições eram horríveis no início do mercado deles. xD

    A Shirubana-sensei, disse que viu gente de Portugal falando que as edições brasileiras são ruizinhas, mas dá pra comprar, mas eu diria que quem falou isso, é alguém que tem uma boa renda, e que está (mal) acostumado(a) a importar edições de países que só lançam mangás em livrarias, pois neles, quadrinhos vendem muito bem, ao contrário do Brasil. Por isso, até acho normal, uma pessoa que talvez não conheça a realidade do mercado brasileiro, falar isso ao ver nossas edições normais. Eu confesso que tentei achar esse blog que a Sensei viu os comentários, mas não consegui. rsrs Em compensação, eu encontrei um onde os Portugas falam o oposto. :D Vi vários portugas reclamando que os mangás americanos, franceses, e espanhóis são muito caros. Até que eu encontrei esse blog portuga, onde eles falam que mangás brasileiros são bons, por serem bastante baratos, e em conta, e ao menos nesse blog, em nenhum momento eles reclamaram da qualidade dos nossos mangás, até por que a economia compensa isso. ^^
    (link do blog: http://patyluinasia.wordpress.com/2012/06/04/onde-comprar-mangas-em-portugal/ )

    (continua, novamente... e.e')

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  5. (Continuação final... -q)

    E sobre os mangás americanos... Eu já vi vários, e eles não achei muito melhor que o nosso não, hein... xD A única diferença, é que o papel deles é um pouco melhor, e só. Quando eu vi uma edição deles pela primeira vez, eu fiz uma cara de... "ai que tanto faz" rsrsrs Só algumas edições, destinadas a públicos mais restritos, que vem com mimos a mais, mas isso acontece aqui no Brasil, também.
    Se a sensei viu portugas acostumados com edições de livrarias, falando mal das nossas edições de bancas, nós tivemos edições elogiadas lá fora como o Kazenbam de "Vagabond" que foi invenção da Conrad, e os japas citaram como "exemplo de uma ótima edição feita fora do Japão" (até por que todos os países perdem para a qualidade dos japoneses, não só a gente. rs), a edição de luxo de "Speed Racer" também foi elogiada pelos japas, e as edições brasileiras de "Gen Pés Descalços", "Nausikaä", e "Dragonball Kazenbam", também tiveram certo "prestígio" entre os gringos. rsrs ^^

    E sobre as edições japonesas de Kuroshitsuji ter brilho na parte cinza, e Tokyo Babilon ter capa aveludada, eu também acho isso relativo. Primeiro porque, no Japão os tankoubons são edições de livraria. E lá no Japão, creio que esses mangás devem ser direcionados à um publico que está acostumado a gastar mais, por isso tem esses mimos. Tanto que os tankoubons de mangás da Shounen Jump, e outros que são mais mainstream, não possuem "mimo" algum. ^^
    Concordo que esses mimos até deixam mais bonitinhos, mas não acho que eles sejam realmente necessários, pois eles não tem muita utilidade além de encarecer o produto final por isso, na minha opinião, eu acho que coisas assim só devem ser usadas em edições de luxo. Tanto que tentarei dar um jeito de comprar a edição de luxo de Death Note, que vai custar 40 reais, e será para os fãs mais "fiéis", como ocorre com as edições de luxo dos comics. ^^

    Enfim, não vejo problema nos mangás mais econômicos, de papel jornal, capa cartão, e paginas coloridas em Couché (quando tem no original). Por mais que eu olhe as edições de fora, para mim, esse formato econômico só é "simples", e não "feio". Até uma garota de família japonesa, que conheci, falou isso. Ela, e várias pessoas que conheço que importam do Japão, falaram que as antologias como a Shonen Jump, são piores, e eu também achei. Tá certo que os japas jogam elas fora, mas eles compram elas, então eles podem fazer o que quiser, se não querem guardar.

    Eu fico completamente satisfeito com edições em papel off-set, como as que a JBC e a Newpop estão lançando. Até as pessoas que eu conheço, que importam de foram, acham ótimas essas edições. E até os de capa com laminação fosca, que a JBC tá lançando, eu também acho bons, não vejo nada de feio, e não acho que fica tão atrás dos americanos. Mas cada um com a sua opinião, né? ^^

    Também estou amando os casts, e mal vejo a hora do próximo! *-*
    E desculpem o texto enorme... T-T

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